Como mostrar que os custos com o programa de qualidade de vida são investimentos

Um dos grandes desafios dos profissionais de RH envolvidos com o programa de qualidade de vida das empresas é demonstrar os retornos dos investimentos (ROI).

E esse dilema começa no momento de defender a construção de uma cultura organizacional em torno dos hábitos saudáveis e de bem-estar. Convencer a diretoria e os líderes de equipes de que não se trata de um gasto e sim de um investimento costuma ser mais difícil do que parece para quem olha de fora.

Com isso em mente, resolvemos trazer, neste artigo, algumas dicas para você conseguir o mostrar valor do programa de qualidade de vida.

Acompanhe!

Comece explicando o que é um programa de qualidade de vida

Para início de conversa, a “evangelização” dos executivos que estão mais preocupados com os números é fundamental. É muito comum que estes profissionais nunca tenham parado para pensar no assunto.

Cabe ao profissional de RH envolvido neste desafio “traduzir” para os executivos de negócio a importância de ter um programa de qualidade de vida na empresa.

Uma boa dica é montar um projeto calcado em dados de mercado. Por exemplo, trazer resultados de pesquisas a respeito da importância de promover a saúde ocupacional. Demonstrar que há ganhos inclusive para a lucratividade do negócio também costuma surtir efeito.

Outra dica é apresentar cases de sucesso.

Há todo um movimento entre os grandes players do mercado mundial para que a saúde e o bem-estar dos colaboradores sejam reconhecidos como esforços estratégicos dos negócios.

E não é difícil encontrar relatos de bons resultados obtidos em revistas de negócios. Assim, com exemplos práticos, fica mais fácil demonstrar a importância do tema.

Alinhe o projeto do programa de qualidade de vida aos indicadores de negócios

O esforço de demonstrar o valor de um programa de qualidade de vida também é mais bem-sucedido quando alinhado ao contexto do planejamento estratégico empresarial.

Trocando em miúdos, cabe ao RH montar um projeto no qual não haja espaço apenas para argumentos abstratos ou subjetivos. A direção da empresa quer saber quais serão os ganhos reais que vai ter ao investir, por exemplo, em ginástica laboral.

Trazer a tona dados referentes aos afastamentos de colaboradores por motivos de saúde, por exemplo, e propor metas de redução do absenteísmo a partir da promoção de hábitos saudáveis, costuma funcionar.

Busque ajuda de uma empresa especializada em saúde e qualidade de vida organizacional

Outra tática muito boa é contar com uma empresa especializada em promoção de saúde e bem-estar organizacional. O background trazido do mercado por bons consultores pode ajudar o RH a estruturar o projeto, planejar indicadores de desempenho e demonstrar o valor do investimento.

Logicamente, é importante se certificar de que a consultoria é experiente o suficiente na construção de projetos que começam do zero (ou que precisam de um upgrade).

Portanto, é interessante conversar com empresas que já foram atendidas por ela, fazer benchmarking e avaliar aspectos como a densidade da proposta, as garantias de resultado etc.

Você tem um projeto de um programa de qualidade de vida? Gostou das nossas dicas? Faça contato conosco e veja como podemos ajudá-lo neste desafio!

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