Programa de saúde e qualidade de vida: custo extra ou investimento?

Um programa de qualidade de vida eficiente é aquele focado em resolver necessidades reais, alinhado ao planejamento estratégico com administração efetiva de fornecedores e resultados mensuráveis. Deve estar alicerçado em engajamento, satisfação e percepção dos colaboradores, mas também em atender os objetivos do negócio.

O valor de um programa de qualidade de vida também está no alinhamento ao contexto do planejamento estratégico empresarial. Trocando em miúdos, não se trata de objetivos abstratos ou subjetivos. É preciso que o programa traga ganhos reais.

É nesta perspectiva que muitos profissionais incumbidos de estruturar um programa de qualidade de vida ficam em dúvida se este é um custo extra ou um investimento.

Sobre isso vamos refletir neste artigo.

Continue lendo para entender que um bom programa de qualidade de vida é um investimento, não um custo extra!

Custos são diferentes de investimentos

Vamos começar relembrando que um custo é simplesmente uma despesa de dinheiro, de tempo ou de recursos. Já um investimento é uma despesa que tem uma forte possibilidade de retorno.

Logo, se estamos falando em um programa de qualidade de vida, e não nos referindo a atividades e ações isoladas, não podemos estar falando de um custo, mas sim de um investimento.

É sempre bom lembrar que um programa de qualidade de vida precisa necessariamente estar alinhado com os objetivos do negócio, trazer ganhos reais aos colaboradores que, por sua vez, devolvem com mais e melhor produtividade, menos gastos com saúde, mais engajamento etc.

3 provas de que um programa de qualidade de vida é um investimento

Aqui na Labor Fit, nós acreditamos que um programa estratégico de qualidade de vida pode ajudar a elevar a produtividade e, ao mesmo tempo, reduzir custos nas empresas. Trata-se de um investimento e não de um custo extra.

Confira, a seguir, algumas provas disso:

1. O programa de saúde e qualidade de vida previne faltas e afastamentos

Um dos  benefícios de ter uma equipe saudável é que profissionais mais saudáveis ​​se ausentam do trabalho com menos frequência. Dessa forma, sua produtividade é garantida e pode ser constantemente melhorada.

Mais saudáveis, as pessoas ​​também se sentem motivadas a permanecerem no trabalho, se recuperam de doenças mais rapidamente e correm menos riscos de desenvolver transtornos de ansiedade e depressão, por exemplo.

Além disso, as organizações podem fazer economias de custos substanciais promovendo a saúde no local de trabalho.

Nós sabemos, afastamentos geram substituições, desfalcam a operação e geram custos em recrutamento, seleção e treinamentos. Com isso, além dos custos médicos temos os custos econômicos relacionados a estes afastamentos.

Por outro lado, pessoas com saúde física e mental em perfeitas condições conseguem colocar todo seu potencial em prática no dia a dia laboral.

2. Potencializa a inovação

Outro ponto importante para empresas que promovem hábitos e criam ambientes saudáveis é a inovação. Quando os colaboradores têm mais chances de inovar, eles produzem mais e melhor sem elevar os gastos.

Os negócios que inserem a questão da saúde em seus planejamentos estratégicos tendem a criar um terreno mais fértil para a colaboração, o trabalho em equipe, a superação de metas. Elas criam uma cultura voltada para o intercâmbio de ideias, o que possibilita aos colaboradores serem mais inovadores em processos, produtos e serviços.

3. Colabora com a reputação da empresa no mercado

Por outro lado, também a reputação da empresa é reforçada com um bom programa de qualidade de vida e saúde dos colaboradores — para a comunidade interna e para o mercado. Quem não quer trabalhar em um ambiente onde a saúde é valorizada e incentivada? Quem não quer ser cliente de uma empresa que valoriza seus colaboradores e entrega produtos e serviços de boa qualidade?   

Atualmente, o mercado não espera qualidade apenas nos produtos e serviços que as empresas entregam. É preciso que a marca também seja socialmente responsável. E não tem termômetro maior para a responsabilidade social de uma organização do que a satisfação de seus colaboradores.

Com boa reputação, a empresa economiza dinheiro com marketing e propaganda. Usa os orçamentos disponíveis para lançamentos de ofertas ao invés de gastar muito dinheiro com o fortalecimento “artificial” da marca.

Que tal, conseguimos ajudá-lo a perceber que um programa de qualidade de vida é um investimento e não um custo extra? Deixe seu comentário!